O JEJUM QUE TRAZ VITÓRIAS

O Jejum consiste num princípio espiritual para trazer vitórias sobre o diabo, que se manifesta, na família, na sexualidade, nas finanças, nos relacionamentos, no trabalho, nos estudos, no corpo travestido de doenças, e de várias outras formas. Mas Deus considera transgressão a realização de jejum sem um posicionamento espiritual correto. Deus ordenou ao profeta Isaias que clamasse contra isto: “CLAMA em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados.” (Isaias 58.1)
O Jejum que traz vitórias precisa estar embuido de sinceridade. Não adianta procurar Deus para cultuá-lo, disfarçando prazer, como quem pratica a justiça e mas que se aparta das leis do Senhor. ”Todavia me procuram cada dia, tomam prazer em saber os meus caminhos, como um povo que pratica justiça, e não deixa o direito do seu Deus; perguntam-me pelos direitos da justiça, e têm prazer em se chegarem a Deus,” (Isaias 58.2)
O jejum que traz vitórias tem o objetivo de agradar a Deus. É um erro priorizar o próprio contentamento, pois o alvo do jejum é mobilizar os céus com uma fé incondicional, para que haja liberação de poder e vitória sobre o mal. “ Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento, …” (Isaias 58.3a).
O jejum que traz vitórias vem do coração que dá primazia a Deus. É um tempo em que o coração dá primazia, prioridade e atenção especial a Deus, mesmo estando em ação, inclusive no trabalho ou estudos, todas as demais coisas tornam-se secundárias. “…e requereis todo o vosso trabalho.” (Isaias 58.3b).
Decidir! Este é o chamado para aquele que ainda não se integrou a esta campanha de fé. Perseverar é a ordem para hoje! Nunca desistir de exercitar fé e viver os milagres de Deus.
Enquanto estamos envolvidos nesta Corrente de Jejum e Oração, um mover no mundo espiritual está acontecendo e breve colheremos as vitórias prometidas para aqueles que se dedicam a esta Campanha de Fé.

Ruimar Siqueira Lopes, Pr.

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PENTECOSTES

No Antigo Testamento encontramos três festas (Êxodo. 23.14-17; 34.18-23): a primeira é a Páscoa, a segunda é a Festa das Colheitas ou Semanas que, a partir do domínio Grego, recebeu o nome de Pentecostes; a terceira festa é a Festa dos Tabernáculos ou Cabanas.
A liturgia mais desenvolvida dessa festa encontra-se em Levítico 23.15-21. Porém, Deuteronômio 16.9-15 mostra uma outra liturgia que reflete um diferente período e, conseqüentemente, um novo ambiente de celebração.

Características da celebração
– A Festa que recebeu o nome de Pentecostes era alegre e solene (Dt 16.11);
– A celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10);
– Era uma festa aberta para todos os produtores e seus familiares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim, todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços comunitários, além do povo hebreu;
– Agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12);
– Era uma “Santa Convocação”. Ninguém trabalhava (Lv 23.21);Era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus estava na origem da vida ” da semente ” da árvore ” do fruto ” do alimento ” da vida…

Pentecostes não é o nome próprio da segunda festa do antigo calendário bíblico, no Antigo Testamento (Êxodo 23.14-17; 34.18-23).

Pentecostes é uma festa adotada pelo Cristianismo. Em primeiro lugar, a palavra festa (hag, no hebraico) significa fazer um círculo. Isso revela o sentido primitivo de festa, isto é, uma reunião comunitária (Êx 5.1). Nela, o povo celebrante reunia, especialmente, para estudar os textos sagrados que, mais tarde, viriam a ser a Bíblia. Em segundo lugar, o nome Pentecostes vem da língua Grega e significa cinqüenta dias depois, a saber, da festa da Páscoa. Originalmente, esta festa possuía três nomes hebraicos: festa das Semanas, festa das Colheitas ou Dia das Primícias. Estes três nomes revelam um pouco do conteúdo da festa: era agrícola e situada no período das colheitas. A troca de nome para Pentecostes deu-se a partir do período grego (333-63 anos antes de Cristo), quando a Grécia dominou culturalmente o mundo. O mais primitivo motivo desta festa foi gratidão a Deus pelo dom da terra. Posteriormente, o povo bíblico incorporou o motivo de gratidão pela doação da Torá (450 anos antes de Cristo). A Torá é a instrução divina por excelência, contida no Pentateuco (cinco primeiros livros da Bíblia). Provavelmente, a festa de Pentecostes, descrita em Atos dos Apóstolos 2, celebrava a doação da Torá. Os salmos 19 e 119 mostram que a manifestação do Espírito Santo está diretamente relacionada ao estudo da Torá.

Pelas estas razões, a igreja de hoje que deu o seu primeiro passo no Pentecostes, quando recebeu o Espírito Santo, não pode deixar de observar esta festa.
Celebremos o Pentecostes!
Ruimar Siqueira Lopes, Pr.

Adaptação do excelente estudo de autoria do Prof. Tércio Machado Siqueira, professor de Antigo Testamento.

ARENA – “Pão e circo para o povo”.

A arena é a versão moderna de Coliseum, anfiteatros construídos pelo imperador romano Tito Flavio Sabino Vespasiano, cujo lema de governo era “Pão e circo para o povo”.

Arena é o nome dado aos sofisticados estádios de futebol construídos para a realização da copa do mundo de futebol. É a versão moderna de Coliseum, anfiteatros construídos pelo imperador romano Tito Vespasiano, pelos idos do ano 69 D.C. A ideia era promover espetáculos entre gladiadores para divertir o povo, enquanto pão era distribuído.

No latim Panem et circenses (ludos) que significa pão e jogos circenses veio desaguar na expressão pão e circo. O lema era – “Pão e circo para o povo”.

No nosso caso, os circos já temos, as ARENAS. O pão ainda não chegou. Mas só as arenas já são suficientes para distrair e enganar o povo, tirando-o do foco e fazendo-o esquecer, provisoriamente, as suas necessidades.

Precisamos considerar os acontecimentos e admitir que o que está acontecendo não agrada a Deus. Qualquer cristão, que tenha um pouco de conhecimento da Palavra sabe que Deus não tem comunhão com o que está acontecendo.

Observemos alguns fatos: São milhares de pessoas passando toda sorte de necessidade, vivendo injustiçadas, à custa de desvios de prioridades; existe uma série de ações contra o povo de Deus; a igreja e o nome santo de Deus e seus valores sendo escarnecido diariamente. E tantas outras mazelas que são do conhecimento geral.

O Brasil precisa boas escolas, bons hospitais, boa segurança e bons serviços públicos e até de templos em vez de arenas.

Certamente, Deus não aprova o que está acontecendo. Como seu povo, precisamos levantar nossa voz profética para anunciar a salvação do Senhor e conclamar a nação para que volte-se para Deus.

Precisamos orar muito pelo Brasil. Perseveremos na oração e jejum em favor da nossa pátria.

                                                                      Ruimar Siqueira Lopes, Pr.

*Texto elaborado a partir de uma correspondência que recebi sobre o assunto.

OVERDOSE!

 

Há muito tempo a nação brasileira é vitima de certos “alucinógenos” que ano após ano são aplicados em toda a população. Entres os principais “entorpecentes” estão o carnaval e o futebol.

Agora a já debilitada “pátria amada” está prestes a ser submetida a uma autentica overdose de futebol. A composição do narcótico, desta vez, conta com um ingrediente chamado de “legado”, ou seja, um resultado que permaneceria depois de passado o efeito do “preparado”.

Nada contra o futebol e outros esportes, mas tudo contra o uso indevido do esporte para enriquecer – até ilicitamente – uns poucos em detrimento da maioria da população, que continua à mercê de greves, com seus enfermos em macas nos corredores dos hospitais e gente morrendo por descaso no atendimento e tantas outras mazelas já do conhecimento geral.

A overdose destes “alucinógenos” produz um prazer imediato, passageiro; tira o povo do foco de suas reais necessidades; e anula a capacidade discernir.
Os reais problemas da nação já não são objeto de notícias e comentários da mídia e dos poderes constituídos. É como se estivesse ocorrendo uma hipnose ou um encantamento  coletivo.

O mais grave é a devoção, isto é, o culto que se presta ao futebol.
Em outro artigo, mencionei que o Pr. Harold Caballeros demonstra que no livro do profeta Daniel encontramos uma entidade espiritual chamada “príncipe da Grécia”, a qual quase passa desapercebida. Afirma o Pr. Caballeros que o príncipe da Grécia e a cultura grega influenciam até hoje, pois, como se vê, a filosofia, a lógica, a democracia, a república, são termos que demonstram a enorme influência que o príncipe da Grécia exerce sobre a humanidade, e uma dessas formas de dominação é o amor pelos esportes.

As olimpíadas originadas na Grécia continuam celebradas a cada quatro anos, até o dia de hoje. Tal cerimônia se inicia no altar do deus Apolo, onde a tocha olímpica é acesa e transcorre por toda a terra até chegar à nação sede do evento. Nos tempos antigos havia um sentido espiritual, pois os atletas vencedores das olimpíadas tinham status de semideuses.

Hoje, a situação é semelhante, ou pior. Basta ver como multidões aclamam os esportistas vencedores e, como drogados, por eles brigam e se matam, fazendo-os seus deuses.

A overdose é inevitável! O único antídoto capaz de neutralizar todos os seus danosos efeitos é a oração. Deus quer despertar o Brasil. Ele diz: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra.” (II Crônicas 7.14)

Que o Espírito Santo nos conduza em oração para destronar o “Príncipe da Grécia” da nação brasileira e cancelar todo efeito da overdose a que se submete a nação.

Ruimar Siqueira Lopes, Pr.

 

O RUFAR DOS TAMBORES DAS TREVAS X O SOM DAS TROMBETAS CELESTIAIS

 

O RUFAR DOS TAMBORES DAS TREVAS

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 O SOM DAS TROMBETAS CELESTIAIS

 

 Só o rufar dos tambores das trevas traz uma efervescência espiritual muito forte por toda a cidade que, além da opressão espiritual, afronta até o direito ao sossego e de ir e vir dos cidadãos. É o rufar dos tambores das trevas invocando os seus deuses, preparando o caminho para roubar, matar e destruir.

                Mas, mais forte e poderoso é o som das trombetas celestiais que prenunciam os juízos de Deus sobre o pecado e todo tipo de afronta a soberania do Altíssimo. É tempo de arrependimento!

                Os sete anjos já estão apostos e está breve o iniciar do sonido das trombetas de Deus. Foi o que o apóstolo João viu: “Então, vi os sete anjos que se acham em pé diante do Altíssimo, e lhes foram dadas sete trombetas.” (Apocalipse 8:2). Os tambores das trevas silenciarão a som das trombetas celestiais. Aleluia!

Esta é a hora em que a igreja precisa adorar e orar, preparando o ambiente, para ver estancado o som das trevas e muitos convertidos pelo evangelho do reino, porque certamente as trombetas soarão. Maranata!

 Ruimar Siqueira Lopes, Pr.

Soltando os Gatos

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            Li em um dos livros de Klaus Douglass que todas as noites quando um guru sentava para o culto ao seu deus, um gato caminhava pelo salão, distraindo assim os adoradores. O guru pediu que durante o culto o gato fosse amarrado do lado de fora, próximo à porta do local de culto.

            Aquele guru morreu e o gato continuou a ser amarrado em frente à porta durante o culto. Chegou o dia em que o gato morreu, e outro gato foi levado e amarrado no mesmo lugar, de acordo com aquela regra baseada no costume.

             Muito tempo se passou e os seguidores do guru escreveram longos tratados sobre o papel importante de um gato naquele culto.

            Todos os adoradores que não se curvavam diante do gato na entrada eram considerados pecadores. E se alguém questionasse importância de um gato para a correta adoração era queimado como herege.

            É interessante aplicarmos esta história ao culto que prestamos a Deus e ao nosso relacionamento com Ele. Talvez estejamos privando-nos de experiências maravilhosas com Deus porque, ao longo da suas vidas, ficamos valorizando “gatos” que foram introduzidos, ou nós próprios introduzimos na nossa vida de fé. O tempo passou e esses “gatos” já não mais nos motivam a manter a comunhão com Deus, e consequentemente a irmos aos cultos, nem participarmos da obra do reino  de Deus.

            Está no momento de soltarmos os “gatos”! Sempre é tempo de soltar os “gatos”. Chegou a hora de reconsiderarmos e reavaliarmos a nossa vida com Deus. De revermos a motivação da nossa fé.

            Está na hora de buscarmos uma vida de paz com Deus. Está na hora de recebermos aquelas bênçãos que estavam retidas pelos “gatos”.

 

Ruimar Siqueira Lopes, Pr

 

JESUS IN RIO

“E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o Senhor vosso Deus, e ninguém mais…”
(Joel 2:27a) “… eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” ( Mateus 28. 20b

                                    Depois de fazer uma série de promessas envolvendo ânimo, proteção e abundância, o Senhor Deus conclui afirmando que então o seu povo saberá que Ele é um Deus presente.
                                      Esta promessa foi concretizada entre nós de forma visível, em Cristo Jesus, que nos deixou a última senha da vitória declarando “… eis que eu estou convosco todos os dias,…”. Deus se manifesta em Cristo e muitas vezes não nos damos conta da presença de Cristo em nós, entre nós e no mundo. Então nos comportamos como cegos e mudos espirituais.
                                    Sistematicamente nos reunimos para adorá-LO e apresentar-LHE nossas intercessões e súplicas, mas, às vezes, sem a necessária consciência de que Ele é um Deus presente.
                                  Por outro lado, estamos recebendo as bênçãos do Senhor, manifestadas em Cristo, e delas usufruindo, e não as reconhecemos como resultado da sua presença.
                              Mas o fato é que Deus, através de Jesus Cristo está no nosso meio, nas nossas vidas e no controle de todas as coisas e da nossa cidade, porque Ele é o Senhor soberano.
                                  Apesar de todo o pecado existente na nossa cidade, o que temos de real hoje é JESUS IN RIO, porque a sua igreja está no Rio. O seu Espírito se move sobre o Rio e as portas do inferno não prevalecerão contra o seu corpo, a igreja.
                             Como seu povo precisamos saber que Ele está entre nós e por esta razão, estarmos prontos para enfrentar a caminhada vitoriosa de fé que Ele planejou para nós. A obra que JESUS IN RIO fará em nossas vidas e na cidade será realizada a partir da consciência que tivermos de sua presença entre nós e na proporção da nossa fé.

Envolvamo-nos com JESUS IN RIO!

Ruimar Siqueira Lopes, Pr.