OVERDOSE!

 

Há muito tempo a nação brasileira é vitima de certos “alucinógenos” que ano após ano são aplicados em toda a população. Entres os principais “entorpecentes” estão o carnaval e o futebol.

Agora a já debilitada “pátria amada” está prestes a ser submetida a uma autentica overdose de futebol. A composição do narcótico, desta vez, conta com um ingrediente chamado de “legado”, ou seja, um resultado que permaneceria depois de passado o efeito do “preparado”.

Nada contra o futebol e outros esportes, mas tudo contra o uso indevido do esporte para enriquecer – até ilicitamente – uns poucos em detrimento da maioria da população, que continua à mercê de greves, com seus enfermos em macas nos corredores dos hospitais e gente morrendo por descaso no atendimento e tantas outras mazelas já do conhecimento geral.

A overdose destes “alucinógenos” produz um prazer imediato, passageiro; tira o povo do foco de suas reais necessidades; e anula a capacidade discernir.
Os reais problemas da nação já não são objeto de notícias e comentários da mídia e dos poderes constituídos. É como se estivesse ocorrendo uma hipnose ou um encantamento  coletivo.

O mais grave é a devoção, isto é, o culto que se presta ao futebol.
Em outro artigo, mencionei que o Pr. Harold Caballeros demonstra que no livro do profeta Daniel encontramos uma entidade espiritual chamada “príncipe da Grécia”, a qual quase passa desapercebida. Afirma o Pr. Caballeros que o príncipe da Grécia e a cultura grega influenciam até hoje, pois, como se vê, a filosofia, a lógica, a democracia, a república, são termos que demonstram a enorme influência que o príncipe da Grécia exerce sobre a humanidade, e uma dessas formas de dominação é o amor pelos esportes.

As olimpíadas originadas na Grécia continuam celebradas a cada quatro anos, até o dia de hoje. Tal cerimônia se inicia no altar do deus Apolo, onde a tocha olímpica é acesa e transcorre por toda a terra até chegar à nação sede do evento. Nos tempos antigos havia um sentido espiritual, pois os atletas vencedores das olimpíadas tinham status de semideuses.

Hoje, a situação é semelhante, ou pior. Basta ver como multidões aclamam os esportistas vencedores e, como drogados, por eles brigam e se matam, fazendo-os seus deuses.

A overdose é inevitável! O único antídoto capaz de neutralizar todos os seus danosos efeitos é a oração. Deus quer despertar o Brasil. Ele diz: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra.” (II Crônicas 7.14)

Que o Espírito Santo nos conduza em oração para destronar o “Príncipe da Grécia” da nação brasileira e cancelar todo efeito da overdose a que se submete a nação.

Ruimar Siqueira Lopes, Pr.

 

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